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Playlist: Girls Power!

Hoje é sexta-feira para quem, assim como eu, vai emendar o feriado. HASHTAG GRAÇAS A DEUS.
E para entrar no embalo do finds nada melhor do que uma playlist sensacional cheia de mulher foda, linda e com vozeirão.


Naturalmente eu estava ouvindo mais vozes masculinas do que femininas e isso estava me incomodando absurdamente, sabemos como tem músicas incríveis cantadas por mulheres e eu não estava ouvindo porque? Estava sempre apertava o play na mesma coisa todos os dias e isso incluía apenas os machos. Chega né migas? #GirlPower!





Espero que gostem e bora curtir o final de semana, seja na estrada ou tomando sol na laje da sua casa :P

Com amor, 



Playlist: Os melhores covers do Live Lounge - BBC Rádio

Para quem não conhece a rádio britânica, BBC, tem um projeto incrível chamado Live Lounge.
Eles convidam artistas para cantar em estúdio alguma música de outro cantor, o que conhecemos como o famoso cover. Mas o mais legal é que muitas vezes os artistas adaptam a música do seu modo, mudando o ritmo e dando seu toque pessoal na canção.


Selecionei os melhores covers do live para animar esse fim de semana:





Esse cover despertou minha curiosidade no lounge, passei semanas ouvindo o Jared cantando Riri.   











Calma pessoal, logo logo já é sábado!

Com amor, 

O que aconteceu? - Meus fones de ouvido ultimamente só andam reproduzindo POP

Eu não sei o que aconteceu, meus fones de ouvido ultimamente só andam reproduzindo pop. Normalmente iria dizer que o estilo está chato, repetitivo e sem graça, mas a coisa andou mudando. Me vi baixando o álbum do Justin Bieber, pensando em dar mais uma chance para a Demi Lovato e ouvindo Drake.


O pop resolveu sair do seu ciclo vicioso e inovar pensando fora da caixinha, as letras passaram a fazer menos repetições idiotas (ok, não esqueci do Work da Rihanna), os artistas e produtores diminuíram sua sede de lançar singles apenas para girar dinheiro. E se for para lançar algo, que seja incrivelmente bom, diferente e alternativo, foi a hora de arriscar. 

O material similar diminuiu e artistas como  Beyoncé e Zayn Malik (antigo integrante do One Direction), passaram a produzir músicas pensando em qualidade e maturidade. Com turnês grandiosas esses mesmos artistas assumiram o posto de músicos e demonstraram que assim como o rock, jazz, samba e outros ritmos eles tem sim muitas coisas para dizer e sabem o que estão fazendo. 

rihanna work video - Google Search:

O fato de plataformas como Apple Music e Spotify facilitou (e muito) a divulgação destes trabalhos, hoje os singles estão mais acessíveis, os cds estão todos na integra (libera ai Taylor Swifft) e o pop deixou de ser apenas a música chiclete para dançar na noite. Espero ansiosamente uma transformação dessas no rock, bandas como Blink 182 e Red Hot To The Peppers lançaram músicas idênticas a singles passados (me refiro as músicas Bored to Death e Dark Necessities), sem novidade alguma.
E bandas como Twenty One Pilots tomaram lugar no rock quando na verdade a ''pegada'' pop está mais evidente em seus hits.

Com amor,

Lollapalooza 2016: Shows + Look | Domingo

Depois de algumas semanas, bateu aquela saudade do Lollapalooza. O festival que ocorreu nos dias 12 e 13 de março em Interlagos, aqui em São Paulo, deixou muitas lembranças. Shows incríveis, gente bonita, good vibes e muitos clicks. Fui domingo ao festival e acompanhei alguns shows, como da banda Dingo Bells, Karol Conka, SEEED, Noel Gallagher, Jack Ü e Florence + The Machine.


Se o festival tivesse um prêmio de ''show surpresa'' onde premiariam o show que menos falaram e foi a maior surpresa do festival, a banda SEEED levaria de lavada. Os meninos são da Alemanha e fazem uma mistura incrível de rap com reggae. Impossível assistir um show deles sem dançar até o chão.





Como amamos street style, eu e você sabemos que o festival é um prato cheio para quem adora ver estilos diferentes e roupas básicas se transformando em grandes produções.

Nesta edição do festival usei uma saia incrível e mega confortável da Levis, junto com uma regata do Elvis Presley da Forever 21 que não consigo parar de usar, quando a gente apaixona é assim mesmo. E acessórios para complementar o look, nos pés como festival é bagunça mesmo e a gente sabe que não adianta usar o sapato que você mais ama se ele não for confortável e fácil de limpar.
Usei um tênis de verniz da Adidas, hiper fácil de limpar e que combina com absolutamente qualquer coisa.



Não podia deixar o óculos de sol em casa, não é mesmo? Pretão básico com armação grandona <3
Foi paixão a primeira vista por esse óculos da GrandVision by Fototica. A armação grossa é ótima para festivais, o modelo dá mais segurança no rosto, principalmente que pulamos feito macacos o dia todo :P A cor é um mesclado lindo cinza com preto, óculos coringa.


O bacana é estar bem vestido e confortável, seja em festival, trabalho ou em uma festa ;)
Que venha o próximo festival! Qual atração vocês gostariam de ver no Lolla 2017?

Com amor, 


Vinyl e o famoso Anos 70

Vinyl, é o nome da nova série da HBO dirigida por Martin Scorsese (diretor de Lobo de Wall Street – aquele filme do mozão Leonardo DiCaprio) em parceria com o líder dos Rolling Stones, Mick Jagger. A série (que já fez meu coração bater mais forte) conta a história de um produtor musical no início dos anos 70, quando o famoso “sex, drugs and rock n’ roll” tomou conta do mundo.
Logo nos primeiros vinte minutos da série, apareceram nomes mega famosos como o do Led Zeppelin e os estilos musicais que mais bombaram naquela época, como blues, hip hop, disco e claro, o rock.

Afinal, foi no final dos anos 60 que aconteceu o Woodstock (queria um gênio da lâmpada só pra pedir pra voltar no tempo e ir naquele festival) e que estouraram sucessos conhecidos até hoje, como Imagine, do John Lennon e a maravilhosa e inesquecível Trilogia de Berlim, de David Bowie, rest in Peace, nosso eterno Starman – que, segundo boatos, vai fazer uma aparição em algum episódio.




Aproveitando a deixa sobre os anos 70, foi nessa mesma década que a moda sofreu uma das suas maiores revoluções. A libertação sexual, principalmente dos jovens e das mulheres, fez com que as roupas comportadinhas dos tempos da brilhantina fossem deixadas de lado e o hippie, o floral, as cores psicodélicas e as inspirações dos índios nativos dos Estados Unidos tomassem conta das ruas.

Entre os elementos que mais marcaram a época se destacam principalmente a cor caramelo (presente em bolsas, sapatos e coletes de franjas), faixas e panos amarrados na cabeça e muito jeans, crochê, couro e camurça. 

Apesar disso, voltando a falar de Vinyl, me pareceu que a figurinista quis simplificar e dar um ar mais sofisticado na produção – totalmente diferente do visual mega estereotipado do musical Hair – e isso é uma coisa que eu previ e conclui logo no primeiro episódio mesmo.


Não vou mentir: sou apaixonada por tudo que a moda de cada época tem a oferecer, mas sinto que os anos 70 em particular tem aquele pedacinho especial no meu coração.
O legal é que as peças dessa época são muito fáceis de achar e os preços são muito atrativos também – e não, não me refiro só a brechós. 
Então, pra ajudar vocês na procura da peça 70’s inspired perfeita pra um festival ou pra uma festinha, fui fuçar no meu guarda-roupa e na internet e separei minhas peças boho-chic preferidas, olha só:


Chapéu (R$60) - Forever 21; Bolsa de franjas (R$60) - Renner; Kimono jacket (R$140) - Zara; óculos (R$43) - zerouv.com – e sim, eles entregam no Brasil!


Toda essa minha paixonite pela década do “make love not war” não é à toa também.
Fui criada ouvindo Pink Floyd, Elton John e Bee Gees, então pra mim Vinyl foi fácil uma das séries mais esperadas do ano. Mas caso você não seja tão familiarizada com esse estilo, tanto de roupa (que inclusive cai bem na maioria dos corpos) e de música, ou não esteja tão animado pela estreia da série, eu juro que vale a pena dar uma chance, até mesmo por que tem a linda e maravilhosa da Olivia Wilde atuando e a trilha sonora te faz querer cantar muito alto.

Um beijo da nova integrante do blog,

Laryssa Alarcon (Lala)

A prova dos 100 w/ Scalene

Meu amor por São Paulo sempre foi muito explicito, por ser uma das principais cidades do pais onde acontecem os melhores shows e festivais. Cidade que me ofereceu um leque absurdo de muitos shows de diferentes bandas/artistas. Mas desta vez, não foi São Paulo que me deu a chance de ouvir uma das bandas que tinha mais curiosidade de ouvir ao vivo.
Scalene, banda vice-campeã da segunda temporada do SuperStar, inaugurou sua agenda de 2016 em São Bernardo (minha terra natal migos, falando assim parece de SBC fica hiper longe de São Paulo né :P) Conhecia muito pouco o trabalho da banda mas bastou para saber que os meninos mandavam muito.


Foi a segunda vez que cruzei com eles (como vocês já sabem conversamos nos corredores da SPFW, mas foi jogo rápido) e nesta segunda vez foi a oportunidade de ouvir o que os meninos tinham para dizer em cima do palco. 
Vou te dizer que se tem uma coisa incrível nesta vida é não esperar muito da banda, não ouvir muitas canções e ir diretamente ao show, ouvir e ver tudo ao vivo. É lá, no palco, que sabemos qual é da banda e para que eles vieram ao mundo, onde a magia acontece.


Fiquei muito, mais muito surpresa com o que vi e ouvi. Instrumental impecável, sintonia absurda e entrega de corpo e alma. Os meninos ganharam uma fã que espera ansiosamente o próximo show.
Arrisco dizer que Scalene se junta ao Skank como uma das maiores bandas nacionais atualmente.

Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena 

Obrigada a The Wave Music Place e Anexo Brasa pela noite maravilhosa e ao Scalene pelo showzaço.

Com amor,


Do Rock, do Funk, do Pop, do Samba e do Sertanejo. E ai?

Sabe quando eu achei que iria tocar neste assunto? Pois é, nunca.
Desde que me conheço por gente classificava as músicas como boas e as ruins.Depois de um certo tempo em que jurava que tinha algum tipo de ''maturidade musical'' andei classificando os gêneros como muito bom, os não tão ruins assim e as muito ruins.
O fato é que a vida toda eu estava me enganando, demorei para assumir mas sempre tive um certo preconceito com o que não estava acostumada a ouvir, ou o que as pessoas diziam que era ruim.
O que é novo nos incomoda principalmente no meio musical, como se apenas o velho e tradicional fosse bom.

Outro fato que me deixou extremamente exposta a esta situação foi que 99% das pessoas que conheço gostaram do novo CD do Justin Bieber e estavam desculpando e se explicando do porque que estavam ouvindo o cantor. E pior! Falando com um tom de vergonha. (Oi? Qual o problema nisso?)
Estamos com um pézinho em 2016 e acho que já está na hora de pararmos de classificar as pessoas como ''sendo do rock'' ou ''do funk''.


O samba, por exemplo, associado ao carnaval com bundas de fora, feijoada, breja e mais um motivo para ter um feriado. É isso ai que o pessoas falam, mas será realmente é só isso? 
Desde pequena me encantei pelo carnaval na televisão com os carros alegóricos e fantasias. Desfilar no carnaval nunca foi um desejo meu (por enquanto) mas queria entender o que era de tão horrível e absurdo em ouvir uma bateria de uma escola de samba. Presenciei neste ano dois ensaios (sim, dois) da atual campeã do carnaval aqui de São Paulo, a Vai-vai.
Devo dizer que foi uma das melhores sensações que tive na vida, é absurdo o que uma bateria pode fazer fazer com a nossa cabeça. Me joguei no carnaval com purpurina e tudo e me apaixonei pela comunidade incrível da Bela Vista (que ganhou meu respeito e meu coração).

Eu não preciso concordar em tudo que acontece no movimento carnaval.  É errado tanto dinheiro envolvido? Talvez sim. Bora colocar os homens de bunda de fora também? COM CERTEZA.
Mas ainda sim estou tentando entender o que tem de tão ruim em sambar ao som de uma bateria incomparável ao lado de pessoas simples e felizes por estarem onde estão.


Vamos concordar que 99% das pessoas no inicio deste ano dançavam Anita, Valesca e Ludmila escondido no quarto a noite, e que ninguém poderia sonhar que haviam meia duzia de músicas delas em sua playlist? É...como somos idiotas.
Onde está escrito que não posso dançar Anitta, Oasis, É o Tchan, Nirvana, U2 e ainda sambar na mesma noite? Demorou mas acredito que livramos a mente e entendemos que essas três mulheres são maravilhosas e que finalmente conseguiram deram mais voz as mulheres.
Com as suas músicas (sim, músicas elas cantam, além de rebolar) elas estão tirando essa ideia de que a mulher não pode demonstrar que está afim de um cara, ou o que não pode decidir o que quer fazer da sua vida e dizer que sim, que ela é maravilhosa demais para se importar.


Outra experiencia inesquecível e um outro tapa na minha cara este ano foi o festival Brahma Valley.
Como vocês sabem fui ao festival a convite da Brahma, mas antes do convite oficial, fui ao lançamento do evento. Uma festa incrível no Jockey (que também mostrei para vocês) onde a imprensa conheceu em primeira mão como seriam os palcos do festival e as atrações. E foi lá que pensei que era a hora de abrir a cabeça, como o festival iria apresentar várias misturebas do sertanejo com rock, samba, funk e outros ritmos, levei os shows como desafio pessoal.
No final das contas foi um dos melhores festivais que presenciei na vida! Dancei horrores e me diverti muito. Achei TODOS os artistas impecáveis no palco, melhor que muitas bandas de rock que já presenciei. Todos os artistas tinham uma puta equipe e eram bem flexíveis com seus fãs e a galera da imprensa (isso dificilmente acontece).
Os artistas falavam um dos outros com carinho e admiração, e o principal respeitando o trabalho um do outro e não o vendo como um concorrente.
Tive a oportunidade de conversar com alguns artistas que me receberam muito bem e sem burocracia alguma, o que fez florescer em mim o bicho do curiosidade, curiosidade em conhecer mais o trabalho do cantor ou cantora.


Vale a pena lembrar que o sertanejo como qualquer gênero tem partes que não concordo. Assim como muitas vezes o rock trata a religião de uma forma preconceituosa.
O sertanejo muitas vezes trata a mulher como objeto e fala sobre relacionamentos de forma infantil, não concordo nem com 1% com esses aspectos.

Nunca fui uma pessoa tão exigente do tipo cada no seu devido gênero musical, muito pelo contrário.
Sempre fui fã assumida das misturas musicais mas samba, funk e sertanejo não passavam perto do meu ouvido.

Resolvi abrir a boca porque estava cansada de muito blá blá blá e ''NOSSA VOCÊ OUVINDO ISSO''. Antes de qualquer coisa, se você for falar mal de alguma banda ou artista escute o trabalho dele, tenha algum motivo real para abrir a boca e criticar o outro e não usar o gênero como desculpas para critica.

Amor no coração,

O Sertanejo como Você Nunca Viu - Festival Brahma Valley / Segundo Dia

Como disse minha amiga Ludmila ''A chuva deu um tchan mas aqui não tem essa...''. 
No Domingo, eu e a Mari Modena encaramos a primeira edição do festival Brahma Valley aqui em San Paolo. Último dia de festival com muuuuuuuita lama, chuva e muito amô, fazia tempo que não via um clima de tão legal em um festival. Mesmo com a lama e chuva que acabou dando uma trégua só depois do segundo show do dia, o público representou!


Gostaria de declarar que ainda sou de rock, danço Anitta, Valesca e depois deste festival passei a cantar e dançar sertanejo também :P Acompanhamos vários shows incríeis como Victor e Léo Fernando e Sorocaba, Lucas Lucco, Gustavo Lima, Chitãozinho e Xororó, Jorge Ben, Michel Teló, Colbie Caillat, entre outras misturebas.


Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena

Victor e Léo ou Léo e Victor (sempre confundo quem é quem gentem, desculpem sou iniciante na causa), trouxe um show cheio de hits que eu juro que sabia cantar a maioria! Como? Eu não sei.
Como na maioria dos shows rolou uma mistureba boa, neste show o vocalista da banda Fresno, Lucas Silveira, invadiu o palco para cantar com a dupla, encarou chuva e tudo mais. 


Gustavo Lima trouxe além da balada boa, o papai, Catra. Que momento migos. Gustavo também convidou uma fã para subir ao palco em seu show. A menina levou tão na brincadeira que eu perdi a conta de quantas vezes ele fez o sinal para ela subir mesmo ao palco. Não interessa o estilo musical, fã é tudo igual...


Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena

Já o Jorge Ben entrou no palco com sua banda e seus cinco ~repetindo~ cinco ''Seu Jorges'' em cima do palco, proteção é tudo nessa vida né mores? O show dele é tudo e mais um pouco, a vida deveria ser um eterno show do Jorge.
Aliás, posso ser tiete e falar que foi incrível fotografar essa lenda em cima do palco?


Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena

Chitãozinho e Xororó foi surreal por inúmeras maneiras, vamos apontar as duas principais na minha opinião: 1) Evidências 2) Pai da Sandy :P 
O que me surpreendeu foi que apesar da dupla apresentar um sertanejo bem de raiz, o show estava l-o-t-a-d-o! Desde um pessoal mais velho até os mais novos acompanharam a dupla e sabiam todas as músicas na ponta da língua. 


Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena

Um dos shows mais esperados por mim foi do Michel Teló. Ouvi muitos elogios sobre esse cara em cima do palco, e olha é real, foi um dos shows mais delicia do festival. 
O palco do show dele estava localizado no lugar mais ''longe'' do Jockey, a pista do palco estava coberto de lama e mesmo assim o Teló trouxe muita, mais muita gente para acompanhar seu show que aconteceu no mesmo horário que da atração internacional, Colbie Caillat.


Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena

O mais legal de festivais são aqueles momentos históricos, que a gente acorda no dia seguinte e pensa: ''O QUI QUI FOI AQUILO? DEOS MEO''. Michel Teló + Lud Rainha foi um desses momentos. 
Dançamos ''É hoje'' até o chão como se não houvesse lama para todo lado hahaha :P Viva as misturebas impossíveis deste mundão (Estagiários, apenas no aguardo de algum vídeo deste momento)


Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena

Fiquei impressionada com todo o investimento do Lucas Lucco com seus fãs porque olha...durante o show perdi a conta de quantas pessoas subiram no palco para dançar coladinho com ele, cantar, tirar a camisa e até ganhar um buque de rosas das mãos do mesmo. Aprendam ai rockstars :3

Colbie Caillat encerrou o festival deixando todo mundo sem palavras. Que show, que mulier maravilhosa. Quando anunciaram ela no lineup, tinha escutado por ai que ela é o Jack Johnson de saia (?) e que lotava shows lá fora. Really really, entendi esta ideia na primeira música que acompanhei, sabe aqueles shows em que ficamos felizes sem saber o porque? Bem no estilo vida é linda e  dane-se o amanhã.

Fotos: Baárbara Martinez e Mariana Modena
Dancei o show todo e fiquei repetindo ''You make me wanna say I do, I do, I do, do do do do do do doo'' por dias. Colbie segura o show sozinha mesmo, digo sozinha porque o instrumental de suas músicas não é algo muito trabalhosos, o que faz sua voz entrar em perfeito estado em nossos ouvidos. Show simples e que super funciona. Afinal, quem tem a voz não precisa de mais nada. 

Brahma Valley teve um dos melhores climas de festival que já presenciei, o pessoal não desanimou nem com a lama até o tornozelo e no final do dia vi gente se jogando nas poças de água, desapego total.
O som do festival estava impecável em todos os shows (o que é bem raro pelo que já vi por ai), a distância entre os palcos era muito pequena então tudo era de fácil acesso, uma maravilha, mesmo andando em velocidade lenta por causa da lama. 
Ps: Me senti naquela prova do Gugu da piscina de Amido :P

A unica coisa é que eu achei mesmo que faltou Marcos & Belutti part. Wesley Safadão! Fica pra próxima edição né:P

Gostaram das fotos?
Fiquem de olho porque logo logo tem mais post sobre o Brahma Valley!


Com lama,